terça-feira, 21 de outubro de 2008

produção caseira?!

Bolo de côco

300g de açúcar
300g de farinha
150g de margarina
2 dl de leite
100g de coco ralado seco
6 ovos

1- Bater a margarina com o açúcar em creme, juntar as gemas uma a uma batendo entre cada adição.
2- Adicionar o leite alternando com a farinha peneirada e o côco.
3- Bater as claras em castelo e envolvê-las na massa.
4- Deitar a massa em forma nº26 de canudo untada e enfarinhada e levar ao forno moderado apx. 45m.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

tempo



Antonin Dvorak, tempo di valse

sábado, 18 de outubro de 2008

leguminosas

descanso

A mente não se deve manter sempre na mesma intenção ou tensão, antes deve dar-se também à diversão. Sócrates não se envergonhava de brincar com as crianças, Catão aliviava com vinho o seu ânimo fatigado dos cuidados públicos e Cipião dançava com aquele corpo triunfante e militar (...) O nosso espírito deve relaxar: ficará melhor e mais apto após um descanso. Tal como não devemos forçar um terreno agrícola fértil com uma produtividade ininterrupta que depressa o esgotaria, também o esforço constante esvaziará o nosso vigor mental, enquanto um curto período de repouso restaurará o nosso poder. O esforço continuado leva a um tipo de torpor mental e letargia. Nem os desejos dos homens devem encaminhar-se tão depressa nesta direcção se o desporto e o jogo os envolvem numa espécie de prazer natural; embora uma repetida prática destrua toda a gravidade e força do nosso espírito. Afinal, o sono também é essencial para nos restaurar, mas se o prolongássemos constantemente, dia e noite, seria a morte. (Séneca in "da brevidade da vida")

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

carteira de identidade

"Regista-me/ sou árabe/...../ trabalho com meus companheiros de luta/ numa pedreira/…../ arranco das pedras/ o pão, as roupas, os cadernos/ e não venho mendigar em tua porta/...../ minhas raízes/ fixadas antes do nascimento dos tempos/ antes da eclosão dos séculos/.…./ meu endereço/ sou de um povoado perdido...esquecido/ de ruas sem nome/ e todos os seus homens…no campo e na pedreira/ vais-te irritar por acaso?" (Mahmud Darwish)