domingo, 26 de abril de 2009
sininho
Peter Pan(personagem criado por J. M. Barrie), um rapaz que se recusa a crescer, convida Wendy para irem à Terra do Nunca. Com a ajuda da temperamental Fada Sininho partem para a aventura das suas vidas. Esta fada, que pelo seu tamanho pareceria irrelevante num cenário de guerras da Terra do Nunca, na realidade possui uma capacidade extraordinária de doação e de inclusivamente morrer por Peter Pan quando este, sem conhecimento do líquido envenenado, o ia beber de um fôlego. Sininho, in extremis, salva-o protagonizando um amor sincero e para lá de todos os limites racionais. Este amor "(…) é uma possibilidade de vida da própria razão; a razão que renuncia ao amor renuncia à própria vida, à sua própria liberdade. O amor entendemo-lo como possibilidade de sempre transcender."
Sininho está às portas da morte: "A sua voz era tão sumida que, a princípio, ele já não conseguia ouvir o que ela dizia. Ela estava a dizer-lhe que acreditava poder melhorar, se as crianças passassem a acreditar nas fadas."
E elas certamente acreditam pois as suas palmas fizeram Sininho voar logo mais alegre e despudorada que nunca!, fazendo-nos acreditar que a intenção de um desejo produz um resultado que se assume como impulsionador da realidade; nesta história realidade poética, mas que sem dúvida faz parte do nosso mundo, pois nós também ainda acreditamos em fadas e também conseguimos voar!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
dia mundial do livro
"Deixa-me dizer-te, meu caro, pode bem acontecer que vás através da vida sem saber que debaixo do teu nariz existe um livro no qual a tua vida é descrita em todo o detalhe. Aquilo do qual nunca te deste conta antes, vais relembrando aos poucos, assim que comeces a ler esse livro, e encontras e descobres... alguns livros tu lês e lês e não lhe consegues encontrar qualquer sentido ou lógica, por mais que tentes. São tão "espertos" que não consegues perceber uma palavra daquilo que dizem... Mas esse livro que talvez esteja logo debaixo do teu nariz, tu lês e sentes-te como se tivesses sido tu próprio a escrevê-lo, tal como - como é que hei-de dizer ? - tal como tivesses tomado posse do teu próprio coração - qualquer que este possa ser - e o tivesse virado do avesso de forma que as pessoas o consigam ver, e descrito com todos os detalhes - tal e qual como ele é! E como isto é simples! "
(Fiodor Dostoievski, in "Pobre Gente")
(Fiodor Dostoievski, in "Pobre Gente")
quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
justo valor das coisas presentes
"Não julgues as coisas ausentes como presentes; mas entre as coisas presentes pondera as de mais preço e imagina com quanto ardor as buscarias se não as tivesses à mão. Mas ao mesmo tempo toma cuidado, não seja caso que ao deliciares-te assim nas coisas presentes te habitues a sobrestimá-las; procedendo assim, se um dia as viesses a perder, davas em louco rematado."
(Marco Aurélio, in "Pensamentos" )
(Marco Aurélio, in "Pensamentos" )
domingo, 19 de abril de 2009
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